sábado, 22 de setembro de 2012

Tantas máscaras, nenhuma face.




Totalmente sem noção. Vive nessa sentimentalidade inexistente, incoerente e desenfreada que não passa de rabiscos em folhas de papéis ou arquivos em computadores, redes sociais e afins.
Quando fala de amor, não sabe amar. Quando fala de carinho, não sabe acariciar. Quando sente, na verdade, mente.
Seus dedos emitem frequências e impulsos que vem de outro ser, de uma plasticidade sem limite ou limitada em futilidade, de uma imaginação do que queria ser, mas não é, não sabe que é, ou apenas engana-se que é, e mais uma vez mente.
Tenta disfarçar sua imagem egoísta, mas seus atos o descobre, seus atos o desmente, sem ele ao menos perceber, ou percebe sei lá.
Sua imagem é seu ego quem faz, e todos os seus movimentos, traços e trejeitos são manipulados como marionetes que quando acaba o show, perde a vida. Na verdade uma vida que nunca teve, uma vida inventada, uma vida criada pela vontade de ser o que não é.
E de que adianta viver uma vida vazia, inexistente? De que adianta manter uma plasticidade intocável e criada em futilidade e ignorância? De que adianta manter o copo cheio e a mente vazia?

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